
Foi, sem dúvida, uma das melhores partidas do Cruzeiro no ano de 2009. Se eu estiver errado, por favor, me corrijam. Foi um jogo pegado, com algumas jogadas mais bruscas, porém, nunca fugindo do espírito que uma Libertadores impõe. Fiquei muito satisfeito com o amadurecimento da equipe celeste, apesar da baixa média de idade de seu grupo. Os fatores que contribuíram para o sucesso alcançado foram muitos.

A personalidade e vontade de vencer foram os principais elementos que levaram o time celeste a viver uma noite inesquecível. Inesquecível também, podemos chamar, o gol do volante defensivo Henrique, que fez lembrar meus tempos. Uma patada de fora da área sem chance para o Dênis. Mas o que ficou evidenciado, foi a maturidade dos onze azuis em ficar com a posse da bola, evitando que o São Paulo tivesse alguma chance de chegar perto do gol do Fábio. Não posso esquecer de citar a participação mais do que positiva do ala Gérson Magrão, jogou o que podia e o que não podia, incrível.

Tanto valorizou a posse de bola, como também demosntrou maturidade, que conseguiu deixar os jogadores adversários com uma pontinha de raiva que foi minando o coração dos tricolores, a partir do momento em que não conseguiam um gol e viam o tempo passar apressadamente pelos números do relógio. Duas expulsões. Coisas de time dominado, pelo brilhante futebol apresentado pelo adversário. Ficou claro que o time do Muricy, começava a entregar os pontos.

Se a preocupação dos cruzeirenses era quanto ao comportamento do Kléber, podemos dizer que, foi sem dúvida nenhuma exemplar. Correu, lutou, deu carrinho, começou fazendo a marcação lá na frente, tomou, prá variar, muita pancada, foi responsável pelos cartões que tiveram como consequência a expulsão de jogadores adversários importantes e ainda teve tempo para deixar a sua marca. Contagiou o seu grupo, dessa vez positivamente. Que continue assim. Amadurecendo.

O fato é que, depois de alguns resultados negativos fora de casa, tanto na Libertadores quanto no Brasileiro, o time celeste fez o tricolor do Morumbi, cantado em verso e prosa, se dobrar de verdade dentro de seus domínios. Agora é semi-final. Que venha o Grêmio. E depois, na final, quem sabe o Estudiantes, para que coloquemos uma pá de cal no acidente de La Plata.
Parabéns ao Adílson Baptista e toda a sua Comissão Técnica.
Sim bora, Zeirôôôô!!!!!!!!!!!!!!!
Vamos buscar o tri!!!!!!!!!!!!!!!!!